quinta-feira, 18 de junho de 2015

As elites portuguesas

A realidade que no sufoca! Uma analise simple e certeira; Só quem quer ser idiota é que não vê que foi esta a razão da nossa ruina. Falimos devido à corrupção politica e ao desinteresse da população. Depois não se queixem, ò cidadãos do sofá e programas da bola.

terça-feira, 16 de junho de 2015

terça-feira, 26 de maio de 2015

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Da série Vende-se Portugal - Saldos de Verão; TAP III

Da série Vende-se Portugal - Saldos de Verão; TAP II

Da série Vende-se Portugal - Saldos de Verão; TAP I

Para os "matumbas" d'aquém e d'além mar

Se querem um exemplo de uma entrevista embora pequena, mas cheia de pontos para uma reflexão séria,  é esta de Laurentino Gomes.

segunda-feira, 25 de maio de 2015

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Vende-se Portugal - Saldos de Verão



Se existe um denominador comum entre gerações da nossa elite, foi sempre o espírito do “estou-me a cagar para o país” muto notada nestas ultimas duas décadas. De facto, foi o cavaquismo no seu melhor (e também no seu pior) que mais alienou grande parte do património soberano, a que o guterrismo ou lá o que isso queira dizer, daria prazenteira continuidade. Isto a propósito da oferta, perdão, venda a TAP, numa operação de privatização inexplicável, face ao facto que estes senhores que compõem a quadrilha que nos governa, terem enveredado numa operação apressada, que se não denotar um acto de corrupção puro e duro, então já não sei nada de nada.
    Por acaso, alguém já pensou no interesse estratégico que tem esta companhia para os interesses de Portugal? Esta gente não quer saber para que serve uma companhia aérea com a filosofia da TAP? Não estão sensibilizados pelo facto de, além de ser um instrumento de politica externa, ser um factor de ligação entre portugueses, tendo em conta a diáspora e o território descontinuado? Pelos vistos, parece que não, porque lá vem o tal “’tou-me a cagar para este país”, que apesar de ser a ideologia das elites, é olimpicamente copiado pelo povinho de merda que habita num rectângulo a que chamam Portugal.
     As explicações dos responsáveis políticos (ou vende-patrias?) são de que sem capital privado a TAP não sobrevive, mas que o caderno de encargos obriga a TAP a manter a mesma filosofia, e blablabla. Não quero alongar este discurso já desmontado ad nauseam por pessoas qualificadas no assunto, mas faço as seguinte perguntas: acham que um privado, e ainda por cima estrangeiro ficará sensibilizado com os destinos da pátria? Acham que o terno de vigaristas especializados em terrorismo empresarial e que quer comprar a TAP vai manter rotas e serviços em nome da pátria, e porque gostam de Portugal, e etc e tal?
     Só encontro uma explicação para esta fúria em dar a TAP: comissões e futuras sinecuras em cargos não-executivos para a maralha envolvida. De facto, é inexplicável a pressa do secretário de estado dos transportes, um tal de Monteiro e do ministro ex-patrocinador de narsas académicas em vender imediatamente, contra tudo e contra todos. Curioso é o facto destes dois talibãs pertencerem ao mesmo partido, o CDS. E porque será que nestas coisas há sempre gente deste partido metido? Lembro-me dos sobreiros abatidos, cujo despacho um militante do partido assinou a menos de 24H de deixar funções, do caso mal esclarecido da Moderna, da oferta da OGMA à EMBRAER, submarinos, helicópteros, e Pandur? 
     A obrigação em assegurar as ligações com as ilhas, e espelhadas no caderno de encargos, vai ser como? Nos papéis do processo que eles escondem de tudo e de todos, o Estado português vai atribuir uma renda anual para que o privado assegure o serviço? Parece-me que vamos ter mais uma PPP encapotada, o que por isso tenho que dar razão ao BE; um governo a criar excêntricos. Que povo de tansos que vê delapidarem o seu património, e nada acontece. Parece tudo normal esta doação de bens, dando a ideia de que recuamos séculos até à Idade Média. No reinado de D. Afonso V, foi a mesma coisa, e para não falar no de D. João V
     Este é mais um triste episódio da destruição de Portugal enquanto Estado soberano, e mais uma prova de que a nossa desgraça de há séculos para cá, foi e  é termos uma elite que odeia o país e a piolheira (povo). São os que em vez de dizerem cidadãos, dizem “aquela gente”, que não querem gastar na defesa nacional por ser supérfluo, mas não se importam em entregar a nossa defesa a outros, que depois esses outros lá apresentam a pesada facturazinha. Porra, desde D. Afonso VI que estamos de cócoras, e sem necessidade disso. Com a alienação da TAP, mais de cócoras ficaremos.

sexta-feira, 27 de março de 2015

Angola, o país do futuro

Este texto de Nicholas Kristof, e publicado no The New Yorkn Times, devia fazer corar de vergonha todos os portugueses, pelo facto de permitirem que a sua classe politica seja conivente com os criminosos que se apoderaram de Angola. Se foi para isto que eles lutaram pela independência, se calhar teria sido melhor terem deixado as coisas como estavam. E isto não é saudodismo colonial, não! Bem, se formos a analisar friamente, em Portugal já se vislumbra o mesmo, embora em doses "civilizadas". Ou será que os portugueses, seguindo o belo exemplo das suas "elites" tambem já não têm vergonha nas trombas?