sexta-feira, 19 de junho de 2015
quinta-feira, 18 de junho de 2015
As elites portuguesas
A realidade que no sufoca! Uma analise simple e certeira; Só quem quer ser idiota é que não vê que foi esta a razão da nossa ruina. Falimos devido à corrupção politica e ao desinteresse da população. Depois não se queixem, ò cidadãos do sofá e programas da bola.
terça-feira, 16 de junho de 2015
Magna Charta Libertatum
Ontem fez 800 anos. Uma efeméride que passou ao lado dos "democratas" de hoje.
terça-feira, 26 de maio de 2015
Para os "matumbas" d'aquém e d'além mar
Se querem um exemplo de uma entrevista embora pequena, mas cheia de pontos para uma reflexão séria, é esta de Laurentino Gomes.
segunda-feira, 25 de maio de 2015
segunda-feira, 18 de maio de 2015
Vende-se Portugal - Saldos de Verão
Se
existe um denominador comum entre gerações da nossa elite, foi sempre o
espírito do “estou-me a cagar para o país”
muto notada nestas ultimas duas décadas. De facto, foi o cavaquismo no seu
melhor (e também no seu pior) que mais alienou grande parte do património
soberano, a que o guterrismo ou lá o que isso queira dizer, daria prazenteira
continuidade. Isto a propósito da oferta, perdão, venda a TAP, numa operação de
privatização inexplicável, face ao facto que estes senhores que compõem a
quadrilha que nos governa, terem enveredado numa operação apressada, que se não
denotar um acto de corrupção puro e duro, então já não sei nada de nada.
Por acaso, alguém já pensou no interesse
estratégico que tem esta companhia para os interesses de Portugal? Esta gente
não quer saber para que serve uma companhia aérea com a filosofia da TAP? Não
estão sensibilizados pelo facto de, além de ser um instrumento de politica
externa, ser um factor de ligação entre portugueses, tendo em conta a diáspora
e o território descontinuado? Pelos vistos, parece que não, porque lá vem o tal
“’tou-me a cagar para este país”, que
apesar de ser a ideologia das elites, é olimpicamente copiado pelo povinho de
merda que habita num rectângulo a que chamam Portugal.
As explicações dos responsáveis políticos
(ou vende-patrias?) são de que sem capital privado a TAP não sobrevive, mas que
o caderno de encargos obriga a TAP a manter a mesma filosofia, e blablabla. Não
quero alongar este discurso já desmontado ad
nauseam por pessoas qualificadas no assunto, mas faço as seguinte
perguntas: acham que um privado, e ainda por cima estrangeiro ficará
sensibilizado com os destinos da pátria? Acham que o terno de vigaristas
especializados em terrorismo empresarial e que quer comprar a TAP vai manter
rotas e serviços em nome da pátria, e porque gostam de Portugal, e etc e tal?
Só encontro uma explicação para esta fúria
em dar a TAP: comissões e futuras sinecuras em cargos não-executivos para a
maralha envolvida. De facto, é inexplicável a pressa do secretário de estado
dos transportes, um tal de Monteiro e do ministro ex-patrocinador de narsas
académicas em vender imediatamente, contra tudo e contra todos. Curioso é o
facto destes dois talibãs pertencerem
ao mesmo partido, o CDS. E porque será que nestas coisas há sempre gente deste
partido metido? Lembro-me dos sobreiros abatidos, cujo despacho um militante do
partido assinou a menos de 24H de deixar funções, do caso mal esclarecido da
Moderna, da oferta da OGMA à EMBRAER, submarinos, helicópteros, e Pandur?
A obrigação em assegurar as ligações com
as ilhas, e espelhadas no caderno de encargos, vai ser como? Nos papéis do
processo que eles escondem de tudo e de todos, o Estado português vai atribuir
uma renda anual para que o privado assegure o serviço? Parece-me que vamos ter
mais uma PPP encapotada, o que por isso tenho que dar razão ao BE; um governo a
criar excêntricos. Que povo de tansos que vê delapidarem o seu património,
e nada acontece. Parece tudo normal esta doação de bens, dando a ideia de que
recuamos séculos até à Idade Média. No reinado de D. Afonso V, foi a mesma coisa, e para não falar no de D. João V
Este é mais um triste episódio da destruição
de Portugal enquanto Estado soberano, e mais uma prova de que a nossa desgraça
de há séculos para cá, foi e é termos
uma elite que odeia o país e a piolheira (povo). São os que em vez de dizerem
cidadãos, dizem “aquela gente”, que não querem gastar na defesa nacional por
ser supérfluo, mas não se importam em entregar a nossa defesa a outros, que
depois esses outros lá apresentam a pesada facturazinha. Porra, desde D. Afonso VI que estamos de cócoras,
e sem necessidade disso. Com a alienação da TAP, mais de cócoras ficaremos.
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